Pra quem acha que a precarização do mercado de trabalho ocorre só no Brasil, veja essa. No ano passado o filme “A Vida de Pi” ganhou o Oscar de melhores efeitos visuais. Justo para um filme feito quase todo em computação gráfica. Mas o prêmio chegou com gosto amargo. A finalizadora responsável por esses efeitos, a Rhythm & Hues, tinha simplesmente pedido falência 11 dias antes da cerimônia. Na mesma festa, a diretor do filme (Ang Lee) e o diretor de fotografia (Carlos Miranda) também levaram suas estatuetas, e em seus discursos nenhum sequer agradeceu os profissionais da empresa. Ah, o filme foi um sucesso de público e faturou rios de dinheiro (600 milhões de dólares), mas a Rhythm & Hues não viu nenhum tostão a mais por isso.
Pra entender melhor a história, e entender parte dos perrengues de todos os profissionais de pós produção do mundo, tire meia hora pra ver esse mini-documentário, “Life After Pi”. E vejam se não há algo de errado no reino do chroma key.

Coisa linda

The 8mm Films of Vivian Maier on Nowness.com

Coisa linda essa coletânea de comerciais japoneses recentes: adoramos. =-)

Algo nos diz que esse comercial vai bombar na Campus Party.

Boa música e belas projeções nesse clipe novo do Jamie Lidell

Lance Armstrong cantando “Creep”, do Radiohead, no programa da Oprah. Creepy.

Vamos lá gente! Sacolejando como se não houvesse amanhã!

Um vídeo pra você entender o que faz um bom montador e um bom pesquisador de imagens:

E pensar que a melhor música do momento é um jingle